terça-feira, 14 de julho de 2009

Upgrade

Depois de 4 anos e meio com o mesmo computador, chegou a hora de um upgrade básico (placa mãe + placa de vídeo + memória). Como não achei um gabinete legal, fui com o velho de guerra que, pessoalmente, gosto muito. Muito a ponto de desmontar o dito inteiro para tirar o pó acumulado durante 4,5 anos. Quem usa computador sabe o quanto acumula de pó, então dispenso as fotos sujas. Uma vez desmontado e limpo, tinha tudo isso de pedaço dele na sala:

Isso é só o que estava DENTRO do gabinete.

Acho que isso não esteve tão limpo desde o dia em que foi fabricado.

Depois de um dia secando (é sério, isso tudo foi lavado com água corrente, exceto o núcleo dos ventiladores), começou a montagem. O objetivo foi evitar a bagunça de cabos no interior do gabinete, pelo menos o máximo que desse. A operação envolveu a troca da fonte para uma de 500W reais, já que a genérica para P4 que tinha no gabinete ia pegar fogo com o consumo da configuração nova.

Comecei pelos ventiladores, que aqui aparecem funcionando ainda sem a fonte ...

Para esconder fios e melhorar o fluxo de ar, vale até furar o gabinete. A fonte nova já está no lugar.


Placa mãe nova no lugar, falta ligar os drives, colocar a placa de vídeo, etc.

Uma vez tudo ligado, o resultado final é o da foto abaixo. Não ficou 100%, até porquê a posição da fonte não é das melhores nos gabinetes antigos. Em gabinetes novos a fonte fica em baixo e, sinceramente, ajuda a esconder bem mais os cabos de alimentação, já que a maioria tem que descer.

Aqui tinha um bug: o cooler do processador não estava 100% e a temperatura ficou, digamos, bem acima do normal.

Valeu a pena? Sinceridade? Só porque eu não achei um gabinete legal, porque dois dias de trabalho é muita coisa. Só fiz porque estava de férias e cismei em manter um gabinete diferente do padrão Satellite que impera nas lojinhas by Paraguai (francamente, é um pior que o outro). Na CNTP e com uma oferta de gabinetes melhor, teria comprado um novo mesmo.

Funcionando ele fica com essa aparência:


Mas o legal mesmo é no escuro, com os ventiladores acesos :).


Pelo menos agora, depois de três anos com o jogo encostado, dá pra jogar F.E.A.R. do jeito que ele foi feito para ser jogado :).

O próximo projeto é pegar um gabinete velho e fazer um mod nele para ressuscitar o Athlon 64 para as crianças brincarem ;).

7 comentários:

BCS disse...

Vc precisa usar algum protetor de ouvido devido ao barulho dos ventiladores?

E o fear roda no llinux?

PV disse...

Não, só dois metros de corrente grossa para o gabinete não decolar na hora que liga :).

FEAR não roda muito bem no Linux (bem mesmo só no ruindows), mas o Half Life 2 roda :P. E todos os doujin shmups que eu peguei nos últimos tempos :).

BCS disse...

Você tem rodado esses jogos usando wine ou tem versões nativas para linux?

O Half Life 2 por mais que a valve negue ainda é quake, que sempre foi multiplataforma, acho que a valve tomou o cuidado de manter assim.

PV disse...

Os de Windows usando Wine, claro. Agora, o Half Life, o primeiro, é Quake. Do Half Life 2 pra frente é a Source engine, que é diferente da engine do Quake, então não é multi-plataforma.

Nativo pra Linux acho que eu peguei só o World of Goo. Bem divertido por sinal. Mas jogo mesmo é no PS3, então pra mim é susse :P.

BCS disse...

Entao, mas o source é o quake evoluido, claro mudaram muita coisa, mas ainda é a mesma base, mesmo formato de map (com algumas modificacoes) usando a base de BSP do quake, inclusive no SDK você ainda encontra algumas declarações com o nome QAlgo (de quake :) ).

Piovezan disse...

Eu ia falar isso, que exagero de ventoinhas :P

PV disse...

Cara, exagero era a minha Radeon antiga. Tinha conector de alimentação próprio (daqueles de HD). Essa 9600GT que eu peguei é 45nm e dispensa, mas a 9800GT tem conector duplo de alimentação PCI Express O_O.