Normalmente não costumo usar impropérios no blog. Mas esse post merece.
Depois de 7 anos gramando no mesmo nível funcional como Assistente I, com o plano de carreira bloqueado, finalmente liberaram o plano de promoção novo,todo mundo sabendo que além do que iria nessa promoção não passava. Primeiro foi a tijolada (dada na palestra explicativa) de que eu não passaria para Adjunto I nesse ano, provavelmente apenas em 2011. Doeria menos se fosse uma tijolada mesmo.
Mas como sempre, pode ficar pior. Bem pior. Recebi o e-mail com o road map da promoção e olha que bacana, me colocam como Assistente III em 2010 e fim de papo. Nada de Adjunto I. Depois de quase 10 anos de casa, é de mandar tomar no meio do ... ah, deixa pra lá.
Sexta-feira, 9 de Maio de 2008
Vai toma no meio do olho do seu $#
Sexta-feira, 2 de Maio de 2008
PALib
Da série bibliotecas de programação,achei uma bem interessante. A PALib permite programar no Nintendo DS, inclusive usando a caneta Stylus na tela touch screen. Legal, mais uma pra coleção para eu começar a escrever jogos que eu abandono depois de fazer a infra-estrutura por não ter saco de ficar escrevendo fase :D.
Terça-feira, 29 de Abril de 2008
Diversão on the go!
Depois de longos três dias, finalmente o Mercado Livre liberou meu pagamento (por que é que as faturas deles caem na hora?). Peguei o DS (Black Onyx, claro). Muito divertido. Joguei pouca coisa, mas tem muita coisa legal nos controles com a caneta e o microfone. Tem até um jogo japonês bizarro de música com um inseto, rola até karaokê da música tema (pasme).
Como portátil, o videogame cumpre os requisitos. Pequeno, leve e com imagem boa e clara. O back light ajuda muito, o Castlevania: Circle of the Moon do GBA parece um jogo novo agora que dá para ver os detalhes.
Mas impagável foi o Angelo no meu colo vendo eu jogar Luxor, Cooking Mama 2 (o nome é esse mesmo) e, claro, Cars, de longe o que mais chamou a atenção nele :).
Domingo, 27 de Abril de 2008
Bigamia
Não vai durar nem 92 horas a minha monogamia de gamer. Isso porquê até hoje, ou amanhã, o meu único console é o PS3, que hoje ocupa a posição principal da estante. Melhor, já ocupava desde que foi comprado, o que justificou me desfazer até do Dreamcast que, francamente, não jogava desde quando vim pra entrevista da CAPES em Março de 2004.
Entra agora um DS Lite no lugar do meu velho (e já vendido) Gameboy Advance, que deve tornar um pouco mais aturáveis as horas de intervalo entre uma aula e outra (fala sério, terça são duas horas aula sem atividade entre as aulas na manhã). O curioso é o que me levou a escolha, afinal, com o típico perfil hardcore, o PSP seria uma aposta mais direta de muitos. Mas justamente por ser hardcore e old school que peguei o DS.
Explico: não existe, hoje, nada mais hardcore no mercado do que o Play 3 e o XBox 360. Jogo pra jogar em TV grande com o som no máximo. Agora coloca isso numa tela de 5 polegadas e som em fone de ouvido. Não rola. Agora o DS ganha para jogos on the go pela tela touch screen. Para jogos diferentes, com partidas em torno de 5 minutos, é o que há. Joga Mario Ware: Touched que fica bem claro.
Agora é esperar o bichinho chegar (melhor, liberar o pagamento no Mercado Livre).
Sexta-feira, 18 de Abril de 2008
Apavora!
Peguei o Gran Turismo 5 Prologue, um dos três jogos mais esperados do ano para o PS3. Se valeu a pena por um jogo que é uma "prévia" do jogo completo que sai ano que vem? Mais do que valeu. Além de ser visualmente um arraso o jogo (lindo é o apelido dele), o modo online é matador, uma das coisas mais divertidas que eu vi nos últimos tempos. Só faltou um head set para poder esculachar os gringos quando eu chegava com um Ford Focus na frente de um bando de mané com Honda Integra Type R :).
Se alguém joga online, procura o nick pvwr. Só não esquece de dar um alô antes via e-mail ou blog pra avisar quem é ;).
Segunda-feira, 7 de Abril de 2008
Ça mérite une bière!
Parece capítulo final de novela, só faltou casamento e nascimento de criança no final (se bem que o processo em si foi um parto). Finalmente, aceitaram o meu artigo do IJPRAI (periódico Qualis A Internacional), condicionado a algumas revisões. Até que enfim!
Sexta-feira, 4 de Abril de 2008
Osso Duro de Roer
Assisti de volta o Tropa de Elite, agora em DVD. A outra foi no cinema, como com qualquer bom filme nacional que se preze. É um filme pesado, com um assunto espinhoso. Mas fácil de se posicionar.
Esse papo de que é um assunto complexo, que são muitas variáveis e que não dá para encontrar solução, é "papo de maconheiro". Não tem zona cinza. Não tem meio certo. A violência vai até aonde a gente deixa ela ir. Francamente, nós deixamos ela ir longe demais.
Não tem como dizer que o BOPE batendo forte é o ideal, muito menos o certo. Mas entre isso e a conivência da sociedade em geral com o problema, fica fácil entender porquê o tema do filme encontra respaldo com o público e ninguém sente pena do traficante Baiano na cena final.
Pode vir o demagogo dizer que a droga é recreativa, mas é mais do que sabido que o pessoal que produziu ela não vem a passeio, nem mesmo pra brincadeira.
Legalizar? Nem pensar. Já estamos penando para controlar as drogas lícitas e seus efeitos no sistema de saúde e ainda querem colocar outras? Pede pra sair, fanfarrão!