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terça-feira, 16 de março de 2010

Império do Mal?

Se você compra jogos legítimos de PC por download, são grandes as chances de que você tenha comprado através do Steam, da Valve. Seja pela comodidade, confiança no serviço, pelo catálogo imenso, etc; não faltam razões para usar o serviço.

O porém é que algumas coisas no Steam, como a API Steamworks, apontam um cenário de monopólio iminente. Coisa que vai incomodar muita gente quando a distribuição digital se tornar o padrão e a Valve for a alternativa que não se pode ignorar e, muitas vezes, escapar.

Para quem se interessa pelo assunto, artigo em inglês na The Escapist Magazine, muito bom.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

O Natural Arcade Controller do PV

Na busca de um controle que preste para jogos de luta o BlazBlue no PS3, resolvi construir o meu próprio controle arcade, usando peças de máquinas de fliperama. O resultado é o que aparece na foto abaixo, já funcional com um controle USB de PC dentro. Sim, o PS3 aceita controles USB genéricos, no meu caso foi um da Shark que custou US$5 no PY.


O que esse controle tem de natural é a disposição da alavanca direcional e dos botões, que ficam em diagonal, não paralelos à caixa do controle. Seja no fliperama ou em casa, os nossos braços ficam numa linha convergente, então resolvi adaptar o controle para ficar mais natural ao corpo. Assim, apertar os botões fica desse jeito:


Segurar o direcional, os botões e tirar foto sozinho fica difícil, então deixo por conta da imaginação de vocês o resto, mas a ideia é a mesma. O controle ficou muito bom, só achei que a alavanca do direcional que eu usei não foi lá essas coisas, ela pega muito bem as quatro direções principais, mas tive que dar uma ajustada nos micro-switches para as diagonais, essenciais em jogos de luta em geral.

Para quem quiser arriscar o seu também, seja para o videogame ou para usar com o MAME no PC, não é difícil. Os botões e alavanca dá para achar no Mercado Livre bem fácil. A caixa de madeira eu usei uma pronta, que tinha numa loja de artesanato em Curitiba. O controle qualquer loja de videogame tem, mesmo no Brasil. O mais difícil é a habilidade com o ferro de solda e ter a serra de copo nos tamanhos certos para furar os botões, mas nada de excepcional. Um projeto legal para o fim de semana. Quem quiser o arquivo SVG (Inkscape, Corel Draw, etc) do layout dos botões, é só pedir.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Global Game Jam 2010 - Resumão

O programa do FDS para desenvolvedores de jogos de Curitiba foi longo. Desenvolver um jogo das 17:00h de sexta dia 29 de Janeiro, até às 16:00 de Domingo dia 31, para apresentá-lo na sequência. É exatamente isso o Global Game Jam, que eu não perdi a chance de participar. 48 horas depois e uma boa noite de sono, posso comentar mais detalhes.

Participantes na sede de Curitiba, na PUCPR

Claro, quem acompanha o meu Twitter deve ter recebido todas as novidades e fotos praticamente em "tempo real". O evento consiste em, obviamente, desenvolver um jogo completo nas 48 horas (47 no nosso caso) dentro do tema dado, com as restrições propostas. O tema deste ano foi deception (enganar), com as restrições do nosso fuso horário line, mine e pine (cada fuso horário tem restrições diferentes). Engraçado foi o sujeito que deu a entrevista em Recife dizer que o tema do ano foi "decepção". Dá-lhe falso cognato.

Link
Team Grayscale - da esquerda para a direita, no fundo,
Christian, Diego, Flavia e Bruno
, na frente, eu

Formei uma equipe com ex-alunos de ciência da Computação, da época em que eu era professor na PUCPR. Gente finíssima, o Christian, o Diego, a Flavia e o Bruno. O jogo foi de ação top view, chamado Aliens and Zombies (versão Linux e Windows para download), tendo como objetivo enganar os inimigos, já que o jogador não possui armas. Nada extremamente original, mas o jogo saiu bem completo, o que foi uma coisa boa, já que algumas equipes se aventuraram em projetos mais complexos (e não necessariamente originais) que não chegaram nem na metade do caminho.

No final, todo mundo se divertiu pra caramba, com muita história para contar, entregadores com verdadeiras torres inclinadas de pizza perdidos no campus da universidade, café da manhã surpresa e "conquistas secretas", como a pizza especial para os que estavam acordados e trabalhando às 5:00h da manhã. Ano que vem eu vou se tiver de novo.

Enquanto isso, fica o registro em vídeo (720p) do desenvolvimento do jogo.



Para os que acharem legal, uma apresentação (em inglês lesado pelo sono) do jogo e da equipe.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Padronização, por favor!

Kuki, Librix, Satux, Kurumim, Fedora, Ubuntu, Debian, Yellow Dog, Gentoo, Mandriva, etc. O que todos esses nomes tem em comum? São distribuições Linux. Algumas delas, as Librix e Satux, você encontra ao ligar alguns notebooks à venda no mercado Brasileiro. O problema? É tudo Linux, mas não é tudo a mesma coisa.

Vamos passar ao largo da discussão da liberdade de se montar a sua distribuição, com a sua cara e adaptada as suas necessidades, porque isso é bom de se discutir de maneira acadêmica, mas no mundo real (e no mercado) isso não diz muita coisa. O fato é que o Linux não é um padrão de fato e isso influencia direto na sua adoção.

Mas, afinal, porque devemos ter um padrão de fato? Pelo mesmo motivo que devemos ter bocais de lâmpada e lâmpadas rosqueáveis padronizadas. Facilita a vida de todo mundo, fabricante, comerciante e usuário. Nos velhos tempos não havia padrão, cada fabricante criava o seu e o resultado era uma catástrofe, fabricante tinha que ganhar o cliente na obra, o comerciante tinha que diversificar muito o estoque para ter uma venda mínima e, enfim, o cliente, podia ficar na mão de um fabricante que podia desaparecer por um baixo volume de vendas. Ou seja, não era bom pra ninguém ter a liberdade de se desenvolver o seu próprio padrão proprietário, adaptado para certas situações e métodos de fabricação. O mercado deseja um padrão que, por mais que não seja perfeito, resolva a vida da maioria sem maiores sobressaltos.

Eu, como usuário, vejo o Linux hoje da mesma maneira: cada distribuição segue o seu padrão, adaptadas para certas necessidades específicas, definidas de acordo com a filosofia do distribuidor (não do usuário) e os usuários comuns ficam confusos entre as múltiplas escolhas e as diferenças encontradas entre elas.

Tenta explicar para um usuário comum o porque do Librix e que ele poderia trocar para outro Linux. Na certa quando ele ouvir "trocar", ele não vai pensar em outro Linux que ele não consegue entender. O problema hoje é não haver um comitê ou força equivalente na indústria para definir uma distribuição Linux "padrão" para o mercado. O mais próximo disto é a Canonical com o Ubuntu, que praticamente hoje tem o nome Ubuntu tão forte como o nome Linux, além de uma boa aceitação com os usuários por tornar o sistema fácil de usar. Discorda? Configura o Debian para montar pendrive automaticamente com link na área de trabalho. Isso é coisa pra hardcore, não pra usuário doméstico.

Resta a esperança de que, nas conjecturas atuais, a Canonical consiga um bom marketing com os montadores de hardware para incluir o Ubuntu, ou uma de suas variantes, em computadores novos. Não adianta a gente espernear, querer ser purista, ou então empunhar bandeiras de diversidade: o fato é que um padrão é necessário e isso deveria ser a bandeira dos usuários Linux hoje. Só assim teremos aplicações mais interessantes (e até mesmo jogos) migrando para o sistema do Pinguim.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Animal, simplesmente animal!

O que poderia ser só mais um vídeo de fãs homenageando jogos clássicos é, na verdade, um dos mais bem feitos vídeos em stop motion com Lego. Se não for o mais bem feito, deve ser o mais criativo. A escolha do tema, a geração 8 bits de jogos, representada pelo Commodore 64 (o C64) e o NES, é simplesmente perfeita. O fator nostalgia só aumenta com a música, composta para soar como um chiptune e remete direto às músicas da demo scene européia dos anos 80/90. Chega de falatório, assista e dê 5 estrelas ao vídeo. Porque o 8 Bit Trip vale a pena ser visto mesmo.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

O Pato da Inclusão Digital

Não costumo publicar links para outros blogs, mas O Pato da Inclusão Digital merece. Uma amostra:



Rolei de rir com essa :).