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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Maquete Nova

Um dos meus (muitos) hobbies é o ferreomodelismo, que pode ser praticado de diversas formas, como na modificação e construção de modelos, ou a construção de maquetes, as duas ramificações que eu pratico em especial. No Brasil tem um fabricante, a Frateschi, que foi como eu conheci o hobby em 82 e entrei de cabeça em 87 (sim, faz tempo).





Não é minha primeira maquete, mas a quarta (ou terceira, se desconsiderar um diorama turbinado com operações como maquete), sendo a segunda em escala HO (1:87, a mais comum). Como eu queria colocar a criançada mais perto do modelismo e, quem sabe,  ganhar um colega praticante a longo prazo, resolvi fazer uma maquete pequena (1,6x1,2m).



A escolha do tamanho é mais pela possibilidade de acabar a empreitada em pouco tempo (2 a 3 meses) do que por falta de espaço, já que o quarto em que essa se encontra é pra construir uma maquete com dois, ou três níveis, e mais de 40 metros de linha linear. Essa levará anos, então, melhor algo rápido para satisfazer a criançada.



Chamei a dita de Companhia Ferroviária Salto do Lontra - CFSL, em homenagem à cidade no sudoeste do estado do Paraná (sim, a cidade existe, tem até Rotary Club), representando uma linha concessionada à ALL, concessionária das linhas da antiga SR-5 da RFFSA. Na Salto do Lontra original não passa trem, mas é esse tipo de licença poética que torna o ferreomodelismo interessante, já que o objetivo não é unicamente modelar a realidade de acordo com o que a gente pode observar no mundo real, mas sim criar realidades hipotéticas que sejam razoáveis dentro do que se espera no contexto de uma cidade de beira de linha.



Até agora foi a parte fácil. Apesar do planejamento e construção do tablado demandarem tempo, colocar os trilhos vai rápido. O que demora mesmo é construir o cenário, a próxima etapa. Nessa maquete  vai ser bem variado, com um divisor de cenário para que a maquete possa ser vista como duas localidades distintas, sem que uma atrapalhe a visualização da outra ( o que não é pouco para uma maquete tão pequena).

A medida que a coisa for evoluindo eu vou colocando mais fotos. Enquanto isso, me divirto com o Angelo e a Bia, que por mais que não entendam bem o hobby, ficam fascinados com um trem miniatura que a gente pode controlar e levar vagões de um lado a outro :).

domingo, 21 de fevereiro de 2010

O Natural Arcade Controller do PV

Na busca de um controle que preste para jogos de luta o BlazBlue no PS3, resolvi construir o meu próprio controle arcade, usando peças de máquinas de fliperama. O resultado é o que aparece na foto abaixo, já funcional com um controle USB de PC dentro. Sim, o PS3 aceita controles USB genéricos, no meu caso foi um da Shark que custou US$5 no PY.


O que esse controle tem de natural é a disposição da alavanca direcional e dos botões, que ficam em diagonal, não paralelos à caixa do controle. Seja no fliperama ou em casa, os nossos braços ficam numa linha convergente, então resolvi adaptar o controle para ficar mais natural ao corpo. Assim, apertar os botões fica desse jeito:


Segurar o direcional, os botões e tirar foto sozinho fica difícil, então deixo por conta da imaginação de vocês o resto, mas a ideia é a mesma. O controle ficou muito bom, só achei que a alavanca do direcional que eu usei não foi lá essas coisas, ela pega muito bem as quatro direções principais, mas tive que dar uma ajustada nos micro-switches para as diagonais, essenciais em jogos de luta em geral.

Para quem quiser arriscar o seu também, seja para o videogame ou para usar com o MAME no PC, não é difícil. Os botões e alavanca dá para achar no Mercado Livre bem fácil. A caixa de madeira eu usei uma pronta, que tinha numa loja de artesanato em Curitiba. O controle qualquer loja de videogame tem, mesmo no Brasil. O mais difícil é a habilidade com o ferro de solda e ter a serra de copo nos tamanhos certos para furar os botões, mas nada de excepcional. Um projeto legal para o fim de semana. Quem quiser o arquivo SVG (Inkscape, Corel Draw, etc) do layout dos botões, é só pedir.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Aprenda a Tomar Vinho

Vinho muita pessoas tomam. Agora, certo, poucos o fazem. Nem tanto pelo combinar a comida com o vinho certo, que nem é tão difícil (e gosto influencia muito), mas pelo erro na temperatura na qual o vinho é servido. Branco a maior parte acerta sem querer, ou pelo menos passa perto, ao deixar um tempo na geladeira. Agora o tinto é uma tristeza. A não ser que você more do Rio para cima no Brasil, tomar como regra a ideia de colocar vinho tinto na geladeira deveria ser punido com multa e prisão de 3 a 6 meses.

Mas o que acontece com um vinho servido na temperatura errada? Mais quente que o normal ele realça o açúcar da uva e o teor alcoólico. Mais gelado, ele fica mais ácido e perde o sabor. Então, tomar o vinho na faixa de temperatura adequada é o ideal.

Abaixo, uma tabela simples para não se perder nos vinhos:

Espumantes: 6 a 8 Cº
Brancos Suaves: 8 a 9 Cº
Brancos Secos: 10 a 12 Cº
Rosé: 12 a 14 Cº
Tintos Leve: 12 a 15Cº (em geral são os suaves)
Tintos Encorpados: 16 a 20Cº


Agora, como colocar o vinho na temperatura certa, você pergunta? Não é com a geladeira, que até funciona, mas não dá um controle adequado. O ideal é uma adega climatizada, mas como elas possuem um controle único de temperatura, fica caro deixar mais de um tipo de vinho na temperatura certa.

O mais econômico, e prático, é usar um termômetro, balde com água, sal grosso (para ajudar a mudar a temperatura mais rápido) e pedras de gelo. A quantidade de gelo varia de acordo com a temperatura que você quer deixar o vinho, mais pedras para mais frio, menos pedras para mais quente. Um termômetro mostra a temperatura da água, se ainda está quente, basta colocar mais gelo. Se estiver frio demais, tire gelo e compense com água.

Também vale a dica para o pessoal que mora do Paraná para baixo: no inverno basta ver a temperatura ambiente no termômetro. Se estiver próxima a que você procura, é só servir o vinho tinto sem preocupações.

Depois disso, ai de quem colocar um vinho na geladeira sem saber o que está fazendo. Saúde!