Me lembro do dia que saiu o Halo 2, que teve a Halo-flu, com faltas em massa no trabalho e escola. Hoje sai o Final Fantasy XIII do PS3, se eu estivesse em algum lugar mais civilizado do que aqui no Brasil, provavelmente teria pré-encomenda para buscar um na EB Games e nem apareceria no laboratório. Saudades desse tempo bom do doutorado, em que a maior preocupação era acabar uma tese.
Tá, eu sei que TAMBÉM sai o FFXIII do Xbox 360, mas esse não me interessa :P ...
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segunda-feira, 8 de março de 2010
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Quem mandou perguntar ...
Eu sempre me perguntei quem comprava os pacotes de músicas do Rock Band e do Guitar Hero. Afinal, custa US$5.00 para ter três músicas a mais, é caro perto do jogo que vem com mais de 50 músicas e custa US$50.00.
Isso até eu ter o Rock Band 2 e achar o pacote de músicas do Franz Ferdinand ...
Isso até eu ter o Rock Band 2 e achar o pacote de músicas do Franz Ferdinand ...
domingo, 21 de fevereiro de 2010
O Natural Arcade Controller do PV
Na busca de um controle que preste para jogos de luta o BlazBlue no PS3, resolvi construir o meu próprio controle arcade, usando peças de máquinas de fliperama. O resultado é o que aparece na foto abaixo, já funcional com um controle USB de PC dentro. Sim, o PS3 aceita controles USB genéricos, no meu caso foi um da Shark que custou US$5 no PY.

O que esse controle tem de natural é a disposição da alavanca direcional e dos botões, que ficam em diagonal, não paralelos à caixa do controle. Seja no fliperama ou em casa, os nossos braços ficam numa linha convergente, então resolvi adaptar o controle para ficar mais natural ao corpo. Assim, apertar os botões fica desse jeito:

Segurar o direcional, os botões e tirar foto sozinho fica difícil, então deixo por conta da imaginação de vocês o resto, mas a ideia é a mesma. O controle ficou muito bom, só achei que a alavanca do direcional que eu usei não foi lá essas coisas, ela pega muito bem as quatro direções principais, mas tive que dar uma ajustada nos micro-switches para as diagonais, essenciais em jogos de luta em geral.
Para quem quiser arriscar o seu também, seja para o videogame ou para usar com o MAME no PC, não é difícil. Os botões e alavanca dá para achar no Mercado Livre bem fácil. A caixa de madeira eu usei uma pronta, que tinha numa loja de artesanato em Curitiba. O controle qualquer loja de videogame tem, mesmo no Brasil. O mais difícil é a habilidade com o ferro de solda e ter a serra de copo nos tamanhos certos para furar os botões, mas nada de excepcional. Um projeto legal para o fim de semana. Quem quiser o arquivo SVG (Inkscape, Corel Draw, etc) do layout dos botões, é só pedir.
O que esse controle tem de natural é a disposição da alavanca direcional e dos botões, que ficam em diagonal, não paralelos à caixa do controle. Seja no fliperama ou em casa, os nossos braços ficam numa linha convergente, então resolvi adaptar o controle para ficar mais natural ao corpo. Assim, apertar os botões fica desse jeito:
Segurar o direcional, os botões e tirar foto sozinho fica difícil, então deixo por conta da imaginação de vocês o resto, mas a ideia é a mesma. O controle ficou muito bom, só achei que a alavanca do direcional que eu usei não foi lá essas coisas, ela pega muito bem as quatro direções principais, mas tive que dar uma ajustada nos micro-switches para as diagonais, essenciais em jogos de luta em geral.
Para quem quiser arriscar o seu também, seja para o videogame ou para usar com o MAME no PC, não é difícil. Os botões e alavanca dá para achar no Mercado Livre bem fácil. A caixa de madeira eu usei uma pronta, que tinha numa loja de artesanato em Curitiba. O controle qualquer loja de videogame tem, mesmo no Brasil. O mais difícil é a habilidade com o ferro de solda e ter a serra de copo nos tamanhos certos para furar os botões, mas nada de excepcional. Um projeto legal para o fim de semana. Quem quiser o arquivo SVG (Inkscape, Corel Draw, etc) do layout dos botões, é só pedir.
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quarta-feira, 22 de julho de 2009
Review: BlazBlue - Calamity Trigger (PS3, XBox 360)
Blaz Blue - Calamity Trigger: finalmente um jogo de luta diferente, que não segue a mesmice do padrão solidificado por Street Fighter II e King of Fighters. A Arc Systems, a mesma de Guilty Gear XX, acerta a mão em cheio no primeiro jogo de luta 2D em alta definição (720p), com visual anime de primeira e trilha sonora metal de Daisuke Ishiwatari (o mesmo de GGXX). Da escolha acertada do visual, com cores vibrantes (lembra o Melty Blood nesse ponto), ao sistema de golpes próprio, o jogo tem tudo para se tornar uma franquia digna de suceder o Guilty Gear.
Trailer japonês.
Ao invés de se basear simplesmente em movimentos mirabolantes no controle (que quase ninguém consegue fazer mesmo), BlazBlue aposta em um sistema mais intuitivo, no qual o movimento atual influencia a ação que é realizada na seqüência. Exemplo: ir para a frente e apertar o botão C normalmente dá um golpe, porém fazendo isso no meio de um chain drive (outro movimento do jogo) resulta em um golpe diferente. Claro, ainda tem um golpe ou outro que necessita de uma seqüência estilo meia-lua no jogo, mas nada que se compare ao que se vê na concorrência. Ponto para a Arc System que pensou nos probre mortais que não tem um controle arcade em casa, os golpes especiais, baseados no heat dos personagens, podem ser acionados direto com o analógico direito, eliminando problemas sérios com os direcionais digitais não muito precisos.
Partida online.
A galeria de personagens é respeitável para uma franquia nova, 12 jogáveis no total, incluindo no meio até mesmo uma meleca esquisita com golpes pra lá de bizarros. Visualmente o jogo é um espetáculo, não devendo nada a outros do gênero. A animação dos personagens é competente, com uma fluência adequada para o gênero (comparar com 3D é covardia). Curioso é a escolha dos personagens desenhados em 2D, já que todo o cenário é em 3D, no melhor estilo Dead or Alive. Curioso por causa do Battle Fantasia, outro jogo da Arc Systems, ter personagens em 3D. Porém não tem como discutir a dificuldade, mesmo com a tecnologia atual, para dar o visual animação para os personagens em 3D de maneira tão eficiente como em 2D.
O jogo possui, além do já tradicional modo arcade, um story mode bem bolado, com múltiplos caminhos para todos os personagens até chegar ao verdadeiro final. Some isso a um modo online de competição, onde além de jogar pode-se assistir às partidas, e tem-se um jogo vencedor. De um mercado nicho, claro, mas certamente um jogo bastante recomendado. Pra terminar de falar bem do jogo, a trilha sonora em metal melódico é matadora, para ouvir no último volume.
O único ponto fraco do jogo é o tempo de carregamento. Não chega a ser um problema grave, mas seria mais inteligente carregar o jogo durante as firulas entre as lutas, do que apenas após passar o "personagem X contra personagem Y". Mas falando sério, se todo jogo tivesse só isso como problema, então teríamos poucos jogos ruins no mercado. PAra os interessados numa comparação direta entre as versões do PS3 e do 360, o Lens of Truth fez o serviço e a conclusão é que é indiferente, ambas as versões são ótimas.
Avaliação: se você curte jogos de luta, é obrigatório! Pra mim, só leva 9,5 porquê a continuação vai melhorar o que já é bom e colocar ainda mais personagens.
Trailer japonês.
Ao invés de se basear simplesmente em movimentos mirabolantes no controle (que quase ninguém consegue fazer mesmo), BlazBlue aposta em um sistema mais intuitivo, no qual o movimento atual influencia a ação que é realizada na seqüência. Exemplo: ir para a frente e apertar o botão C normalmente dá um golpe, porém fazendo isso no meio de um chain drive (outro movimento do jogo) resulta em um golpe diferente. Claro, ainda tem um golpe ou outro que necessita de uma seqüência estilo meia-lua no jogo, mas nada que se compare ao que se vê na concorrência. Ponto para a Arc System que pensou nos probre mortais que não tem um controle arcade em casa, os golpes especiais, baseados no heat dos personagens, podem ser acionados direto com o analógico direito, eliminando problemas sérios com os direcionais digitais não muito precisos.
Partida online.
A galeria de personagens é respeitável para uma franquia nova, 12 jogáveis no total, incluindo no meio até mesmo uma meleca esquisita com golpes pra lá de bizarros. Visualmente o jogo é um espetáculo, não devendo nada a outros do gênero. A animação dos personagens é competente, com uma fluência adequada para o gênero (comparar com 3D é covardia). Curioso é a escolha dos personagens desenhados em 2D, já que todo o cenário é em 3D, no melhor estilo Dead or Alive. Curioso por causa do Battle Fantasia, outro jogo da Arc Systems, ter personagens em 3D. Porém não tem como discutir a dificuldade, mesmo com a tecnologia atual, para dar o visual animação para os personagens em 3D de maneira tão eficiente como em 2D.
O jogo possui, além do já tradicional modo arcade, um story mode bem bolado, com múltiplos caminhos para todos os personagens até chegar ao verdadeiro final. Some isso a um modo online de competição, onde além de jogar pode-se assistir às partidas, e tem-se um jogo vencedor. De um mercado nicho, claro, mas certamente um jogo bastante recomendado. Pra terminar de falar bem do jogo, a trilha sonora em metal melódico é matadora, para ouvir no último volume.
O único ponto fraco do jogo é o tempo de carregamento. Não chega a ser um problema grave, mas seria mais inteligente carregar o jogo durante as firulas entre as lutas, do que apenas após passar o "personagem X contra personagem Y". Mas falando sério, se todo jogo tivesse só isso como problema, então teríamos poucos jogos ruins no mercado. PAra os interessados numa comparação direta entre as versões do PS3 e do 360, o Lens of Truth fez o serviço e a conclusão é que é indiferente, ambas as versões são ótimas.
Avaliação: se você curte jogos de luta, é obrigatório! Pra mim, só leva 9,5 porquê a continuação vai melhorar o que já é bom e colocar ainda mais personagens.
domingo, 19 de julho de 2009
Review - Numblast (PSP, PS3)
Já que eu jogo e tem quem leia o blog e jogue também, vou começar aqui a escrever algumas mini-análises de jogos (PS3, PSP e PC) que eu achar interessantes, quando der vontade :). Nos meus critérios, claro, jogo esotérico é comigo mesmo.
Para começar, Numblast (Qruton no Japão), um jogo lançado tanto para PS3 como para PSP direto para download baratinho na PSN Store. É um jogo de quebra-cabeças diferente, um download de 20MB (na versão do PSP) e com uma mecânica de jogo competente. Aliás, esse tipo de jogo só sobrevive pela mecânica, veja o caso de Tetris, Columns, Puyo Puyo, etc. Rotacione as peças em um tabuleiro 2D e forme um quadrado com os mesmos número. Os números são acrescentados em um e novos quadrados com os números subsequentes são formados. Simples, mas extremamente complicado de dominar.
O jogo se resume a isso em um modo eterno, temporizado, missão, etc. Divertido, mas de todos os quebra-cabeças que eu já joguei (e eu já perdi a conta), é com certeza um dos mais difíceis. Difícil a ponto de deixar os mais novatos frustrados com a dificuldade elevada, o que pessoalmente acho o maior defeito no jogo que poderia ter um apelo maior. Mas pelo objetivo e o modelo de vendas usado, não chega a estragar o produto.
O roteiro existe apenas para cumprir tabela e pode ser ignorado por completo. Aliás, o roteiro chega a ser constrangedor e a tela principal do jogo é algo para não deixar a mostra no meio de desconhecidos, ou de conhecidos metidos a engraçadinhos.
Avaliação: vale dar uma boa olhada se o gênero atrai você.
Para começar, Numblast (Qruton no Japão), um jogo lançado tanto para PS3 como para PSP direto para download baratinho na PSN Store. É um jogo de quebra-cabeças diferente, um download de 20MB (na versão do PSP) e com uma mecânica de jogo competente. Aliás, esse tipo de jogo só sobrevive pela mecânica, veja o caso de Tetris, Columns, Puyo Puyo, etc. Rotacione as peças em um tabuleiro 2D e forme um quadrado com os mesmos número. Os números são acrescentados em um e novos quadrados com os números subsequentes são formados. Simples, mas extremamente complicado de dominar.
Um vídeo vale mais que mil explicações
O jogo se resume a isso em um modo eterno, temporizado, missão, etc. Divertido, mas de todos os quebra-cabeças que eu já joguei (e eu já perdi a conta), é com certeza um dos mais difíceis. Difícil a ponto de deixar os mais novatos frustrados com a dificuldade elevada, o que pessoalmente acho o maior defeito no jogo que poderia ter um apelo maior. Mas pelo objetivo e o modelo de vendas usado, não chega a estragar o produto.
O roteiro existe apenas para cumprir tabela e pode ser ignorado por completo. Aliás, o roteiro chega a ser constrangedor e a tela principal do jogo é algo para não deixar a mostra no meio de desconhecidos, ou de conhecidos metidos a engraçadinhos.
Avaliação: vale dar uma boa olhada se o gênero atrai você.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Blaz o quê??
Hoje fui ver se por acaso valia a pena pegar o BlazBlue - Calamity Trigger - Limited Edition do PS3 aqui em Curitiba mesmo, já que no exterior estão esfaqueando pra valer ($84 no eBay é piada). O problema é achar algum lojista que conheça o jogo (lançado mês passado nos EUA). Resumo das ligações até agora:
Lojista - Alô, loja XXX, boa tarde.
PV - Boa tarde, me conta uma coisa, já chegou o BlazBlue do Play3?
Lojista - Blaz o quê??
PV - ...
E foi assim em 5 lojas. Pessoalzinho informado :) ...
Lojista - Alô, loja XXX, boa tarde.
PV - Boa tarde, me conta uma coisa, já chegou o BlazBlue do Play3?
Lojista - Blaz o quê??
PV - ...
E foi assim em 5 lojas. Pessoalzinho informado :) ...
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