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terça-feira, 16 de março de 2010

Império do Mal?

Se você compra jogos legítimos de PC por download, são grandes as chances de que você tenha comprado através do Steam, da Valve. Seja pela comodidade, confiança no serviço, pelo catálogo imenso, etc; não faltam razões para usar o serviço.

O porém é que algumas coisas no Steam, como a API Steamworks, apontam um cenário de monopólio iminente. Coisa que vai incomodar muita gente quando a distribuição digital se tornar o padrão e a Valve for a alternativa que não se pode ignorar e, muitas vezes, escapar.

Para quem se interessa pelo assunto, artigo em inglês na The Escapist Magazine, muito bom.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Saudades

Me lembro do dia que saiu o Halo 2, que teve a Halo-flu, com faltas em massa no trabalho e escola. Hoje sai o Final Fantasy XIII do PS3, se eu estivesse em algum lugar mais civilizado do que aqui no Brasil, provavelmente teria pré-encomenda para buscar um na EB Games e nem apareceria no laboratório. Saudades desse tempo bom do doutorado, em que a maior preocupação era acabar uma tese.

Tá, eu sei que TAMBÉM sai o FFXIII do Xbox 360, mas esse não me interessa :P ...

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Quem mandou perguntar ...

Eu sempre me perguntei quem comprava os pacotes de músicas do Rock Band e do Guitar Hero. Afinal, custa US$5.00 para ter três músicas a mais, é caro perto do jogo que vem com mais de 50 músicas e custa US$50.00.

Isso até eu ter o Rock Band 2 e achar o pacote de músicas do Franz Ferdinand ...

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Não deve dar "Zeebra"

O Zeebo apareceu como promessa de renovação da Tec Toy, conhecida do pessoal mais velho como a fabricante dos videogames da Sega no Brasil. A idéia é relativamente original e acertada, jogos por download direto, via rede 3G da Claro, com custo baixo (de R$10,00 a R$30,00). O alvo, claro, são os países emergentes, aonde as grandes marcas (SOny, Microsoft e Nintendo) tem pouca presença, com foco no público casual, tentando repetir a fórmula de sucesso do Wii da Nintendo.

Aparentemente uma boa idéia, só que a prática tem se mostrado dura com a Tec Toy, deixando claro que uma idéia boa não é necessariamente uma idéia de sucesso. Mais triste ainda é que, lamentavelmente, nem tudo é culpa da Tec Toy. Esses dias teve uma entrevista tensa com o CEO da Tec Toy, apontando os jogadores hardcore como principais críticos o Zeebo, então Vamos aos fatos para ver até onde vai o buraco em que a Tec Toy se meteu.

O maior problema do lançamento do Zeebo é que, tirando o povo mais hardcore, pouquíssimas pessoas conhecem o aparelho. Não ficaria surpreso se você, lendo este post, tivesse contato com o aparelho pela primeira vez. Aonde foram parar as mega-campanhas do lançamento do Master System e do Megadrive? Claro, o dia das crianças está chegando e é provável que algum esforço aconteça. Mas quando só parte do público tradicional de games conhece você, é porque o marketing não está fazendo a lição de casa.

Em seguida vem o aparelho em si. Ser baseado na plataforma Brew da Qualcomm (para facilitar a conversão de jogos de celulares) indica o tipo de jogos a se esperar. Melhores que um PS1, mas inferiores a um PS2. Nada de mais, não fosse o sonho de consumo da molecada emergente ser justamente o PS2, que, por ironia do destino, custa um preço parecido. No Submarino, está por R$499,00 um Zeebo e R$519,00 um PS2. Isso no mercado oficial, então quem dirá no cinza, já destravado e com um controle extra (e uma seleção de jogos de "brinde"). Associe isso à cultura local com o PS2 (incluindo Winning Eleven), é fácil ver que o Zeebo tem muito chão pela frente para para ganhar o mercado. É chato, mas o Zeebo é caro até no México, aonde custa 2500 pesos e o PS2 custa 2599 com o Winning Eleven 2008 incluso.

Depois vem os jogos. Com raras exceções, são jogos convertidos de celular com poucas ou nenhumas melhoras. Mais uma vez o preço é um fator determinante, R$10,00 a R$30,00 para quem está acostumado a pagar R$10,00 no jogo pirata de PS2, com valores de produção elevados, não é atraente. Claro, os do Zeebo são originais, só que o comprador leigo vai no camelô e vê um jogo muito melhor por R$10,00 e não pensa duas vezes para tomar uma decisão. É um problema cultural, mas é fato que enquanto o jogador casual tiver um preço igual por algo melhor, ele vai estar se lixando se é pirata ou original. O curioso é que a proposta do Zeebo é colocar um console aonde as produtoras possam ter receita em países em que a pirataria come solta, já que não há mídia e os jogos vem por rede aberta. Só que a cultura já instalada não deixa isso funcionar. Seria muito mais fácil o Zeebo pegar em um lugar civilizado, com baixa pirataria, do que no Brasil, México ou China.

Em resumo, a situação é ruim porque:
  1. Quem é hardcore mesmo quer um PS3 ou um XBox 360 e vai passar longe do Zeebo.
  2. Quem é casual e tem um pouco mais de dinheiro, compra um Wii por ser mais "maneiro" no momento.
  3. Quem tem orçamento modesto vê o PS2 com bons olhos por ser bom e barato, com muitos bons jogos.
  4. Quem tem pouquíssimo orçamento, compra um clone de Nintendinho com 300 jogos na memória por menos de R$100,00.
Fica difícil enxergar o que sobra de segmento de mercado para comprar um Zeebo. Descarto aqui os que compram "pela causa", para prestigiar a Tec Toy, ou então para "ter todos os consoles em casa". A questão é, qual segmento se apaixonaria pelo videogame a ponto de sequer pensar em outro? É essa a pergunta que a Tec Toy vai ter que responder a curto prazo se quiser que o Zeebo decole como negócio. Acredito que a plataforma seja viável, mas se a coisa continuar como está, o futuro da Zeebo Inc. vai ser pior que tela de Game Over.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Animal, simplesmente animal!

O que poderia ser só mais um vídeo de fãs homenageando jogos clássicos é, na verdade, um dos mais bem feitos vídeos em stop motion com Lego. Se não for o mais bem feito, deve ser o mais criativo. A escolha do tema, a geração 8 bits de jogos, representada pelo Commodore 64 (o C64) e o NES, é simplesmente perfeita. O fator nostalgia só aumenta com a música, composta para soar como um chiptune e remete direto às músicas da demo scene européia dos anos 80/90. Chega de falatório, assista e dê 5 estrelas ao vídeo. Porque o 8 Bit Trip vale a pena ser visto mesmo.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Depois Reclamam

Muita gente reclama que a indústria de games é masculinizada. Em especial uma parcela significativa de jogadoras que ficam atravessadas (e com razão) com alguns jogos. Os grandes representantes da indústria se defendem, mas com atos como esse, é difícil de acreditar que essa não é uma indústria voltada para meninos adolescentes com hormônios em ebulição.



Não quero nem imaginar como seria o nível rasteiro do texto se isso fosse aqui no Brasil ...