terça-feira, 2 de junho de 2009

WTF Móvel

Da série ligações surreais que recebo no celular ...

PV - Alô?
Outro lado da linha - Com quem falo?
PV - Paulo.
Outro lado da linha - Bom dia Sr. Paulo, estou ligando da operadora Claro para oferecer nossos serviços de internet banda larga móvel. O Sr. teria interesse?
PV - Não, já tenho banda larga fixa.
Outro lado da linha - Tudo bem, muito obrigado e um bom dia.

Hã, rápido assim? Agora telemarketing tem meta de número de ligações feitas?

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Rock Band Nirvana


Sem comentários :).

Primeirão

Ontem teve corrida de 10km da APCEF-PR, a associação do pessoal da Caixa. Eu não trabalho lá, mas a Melissa sim, então lá fui eu marcar presença. Corrida pequena, mas nem por isso deixou de ser bem organizada. Tiveram quase 70 inscritos, mas nem todos vieram para a foto. A camiseta é a oficial da equipe, a Tamar ("tamar" da perna, "tamar" de fôlego, etc).


Mas legal mesmo foi ter chego em primeiro na categoria 3, atletas com 30 a 34 anos. Claro, ajuda a elite dos corredores de Curitiba não estar presente no evento (ontem foi a maratona de São Paulo), mas o que vale é chegar na frente da concorrência (que deixou o local antes da entrega das medalhas).


Agora é esperar a Meia Maratona das Cataratas em Foz (com direito a compras no Paraguai e Argentina), sem esquecer, claro, que tem a corrida noturna do Tingüi agora no dia 8 e a da UFPR no dia 14 :).

Agradecimentos ao Minoru Mise da equipe Minoru Nissei por repassar as fotos :).

sexta-feira, 29 de maio de 2009

O Fim do Mundo?

Pelo menos do mundo Java como nós o conhecemos. O novo garbage collector do Java, o G1, só pode ser usado em ambiente de produção devidamente licenciados. Dá-lhe Oracle, nem a Microsoft fez disso com o C# e o .Net.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Eclipse

O Eclipse, IDE para C/C++/Java/you name it, não podia ter nome mais adequado: algo que lembra escuridão total, trevas e, nos tempos mais antigos, maus presságios e desespero. ô ambiente ruim de usar. Incluir um arquivo já existente é contra-intuitivo pacas. E nem sei aonde especifica as libs externas de um projeto para o g++. Seja lá quem planejou a interface do Eclipse, deve ser alguém esquisito.

sábado, 23 de maio de 2009

Railfaning

Hoje tirei o dia para desempoeirar a maquete escala N (1:160) com o Angelo e a Bia. Além de tirar algumas fotos antes do desmanche, já que em Julho eu devo fazer outra para corrigir erros e para me livrar da parte que mofou depois de uma chuva. Foram as primeiras fotos com uma câmera com foco manual (que eu comprei por causa disso mas nunca tinha usado). O resultado é bem melhor do que com foco automático em modo macro, só falta uma maquete com cenário melhor do que essa feitas as pressas, só pra acabar antes de ir para o doutorado (isso em 2001).

Além do tripé, o básico nestas horas são três ajustes:
  1. Abertura do diafragma (f/steps): controla a quantidade de luz no sensor/filme. Quanto menos luz, maior a profundidade da cena (o fundo sai mais nítido). Nota: a menor abertura é a que aparece o maior valor, no meu caso 8.0 (máquina SLR chega a 32).
  2. Tempo de exposição: para compensar a redução de luz, tem que bater a foto com o obturador aberto por mais tempo. O valor depende da luz ambiente e do que vai se tirar a foto, mas em miniaturas não espere menos de 1/3 de segundo de exposição (e um tripé para ficar firme nessas horas).
  3. Foco: o ajuste de foco manual permite focar um ponto da cena, independente dele não ser o detalhe principal da foto. Isso uma point'n'shoot não consegue fazer mesmo e, a não ser que o elemento fotografado em macro esteja na perpendicular da câmera, o resultado não sai bom.

Para começar, essa foto em particular seria difícil de conseguir numa câmera com foco automático em modo macro. Difícil porque não tem como fazer as duas locomotivas saírem focadas simultaneamente. Com a menor abertura do diafragma os detalhes de fundo são bem visíveis, numa câmera "normal" eles seriam borrados.

Nessa segunda foto o foco pegou tanto os trilhos como a locomotiva. Com foco automático teria se concentrado no nariz da locomotiva, deixando o resto borrado.

Nessa a distância da câmera em relação ao modelo atrapalhou um pouco, de forma que nem a abertura do diafragma resolveu muito. Nota mental: 3 ou 4 cm a mais de distância fazem diferença.


Nessa última foto, as três linhas aparecem nítidas, além dos detalhes das locomotivas (numeração e nome). Um fator que colabora com isso é a distância da câmera em relação aos modelos, maior que na foto anterior, mesmo as árvores no fundo estão com um foco bom.